Em ano de ajuste fiscal e economia fraca, a inovação corre o risco de ficar em segundo plano na prioridade das empresas. Como fazer para que isso não aconteça e os investimentos na área sejam mantidos?

Os executivos das dez companhias colocadas no anuário do Valor econômico “Inovação Brasil 2015” falam sobre como inovar em tempos de desaceleração da economia.

De acordo com um dos entrevistados, o foco em inovação e em pesquisa e desenvolvimento estão diretamente relacionados ao foco de longo prazo que a empresa tem que ter. Mesmo em cenário de crise é importante que as empresas não percam a referência do longo prazo. É fundamental neste cenário continuar investindo em inovação e P&D como um caminho para a competitividade e diferenciação.

Paulo Meirelles, Diretor de inovação do Itaú-Unibanco, acredita que a inovação passa a diferenciar os produtos e serviços que o banco coloca no mercado, o qual é altamente regulado. Então, através de uma inovação focada na experiência do cliente, o Itaú consegue efetivamente ter uma posição de destaque neste mercado. “É um investimento de longo prazo, não vejo algo que seja factível de ser cortado no momento, pelo contrário, vejo que temos que nos esmerar mais ainda na inovação e entregar soluções cada vez melhores e mais inovadoras aos nossos clientes.”

Assista a entrevista dos eleitos no anuário valor inovação 2015:

 

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