A Resolução 4.480, do Conselho Monetário Nacional, prevê que empresas do mercado financeiro tenham rotinas de segurança digital capazes de garantir a “integridade, autenticidade e confidencialidade das informações e dos documentos eletrônicos” utilizados pelo negócio.

Além disso, ela exige que as companhias tenham políticas para proteger a infraestrutura contra acessos não autorizados e impedir a cópia não autorizada de dados.

Se você quer saber quais sãos as melhores soluções de segurança digital para o mercado financeiro, continue acompanhando este post!

Ferramentas essenciais para o mercado financeiro

Atualmente, o investimento em segurança digital deve ser visto como um fator estratégico para quem atua no mercado financeiro e uma das principais tendências de TI.

Adotando as ferramentas certas, a empresa não só ficará por dentro das normas do setor, mas garantirá que todas as suas informações estejam protegidas contra possíveis ataques. Veja:

1. Monitoramento de dados

As ferramentas de monitoramento de dados permitem que técnicos e gestores de TI tenham uma visão abrangente de toda a infraestrutura de TI. Dessa forma, o negócio consegue rastrear vulnerabilidades com precisão, identificar os pontos que necessitam de melhora com agilidade e evitar que ataques tenham um impacto elevado.

Adote sistemas de monitoramento de acordo com o perfil do negócio. O ideal é que eles sejam modificados para que a empresa possa evitar falsos positivos e focar os seus esforços nos pontos mais importantes de sua infraestrutura.

2. Autenticação de dois passos

A autenticação de dois passos foi uma das principais ferramentas de segurança surgidas nos últimos anos. Simples, ela deve ser adotada por toda a empresa, sempre que possível, evitando que contas comprometidas possam ser exploradas.

Um sistema com autenticação de dois passos solicita um código temporário sempre que o usuário fizer um login. Ele pode ser gerado em um app, token ou mesmo uma mídia externa criptografada. Assim, mesmo que a senha de uma conta seja descoberta, o invasor não conseguirá acessar os recursos do usuário.

3. Firewalls

Em um cenário em que a internet aparece profundamente integrada ao nosso dia a dia, possuir um sistema capaz de evitar a exposição de sistemas a ambientes de rede de baixa segurança tornou-se fundamental.

Esse é o papel do firewall, uma ferramenta que monitora todas as conexões em busca de comportamentos que possam expor dados privados ou facilitar invasões.

O firewall pode ser implementado como um software ou um equipamento de rede. Em ambos os casos, ele deverá ser personalizado para validar a conexão de sistemas internos e impedir acessos a recursos potencialmente perigosos.

As ferramentas IDS (  “Intrusion Detection System” ou “Sistema de Detecção de Intrusão” ) e IPS  (” Intrusion Prevention System” ou “Sistema de Prevenção de Intrusão”) são ótimos exemplos de tecnologia para detecção de intrusão.

Estes sistemas tem por função detectar e prevenir os acessos não autorizados às redes ou hosts de uma ou mais redes. Podem ser utilizados para avaliar um padrão especifico pois acionam em caso de não conformidade, inclusive, são proativos pois atuam na ação necessária para evitar uma intrusão.

 

4. Computação na nuvem

A computação na nuvem é uma tecnologia conhecida por reduzir custos e tornar sistemas mais escaláveis. Além disso, ela simplifica políticas de segurança, facilitando o acesso a recursos e reduzindo o prazo necessário para executar uma série de atividades.

Com o cloud backup, por exemplo, a empresa pode automatizar a cópia de informações e reduzir o número de erros.

Os servidores na nuvem, por sua vez, agilizam o acesso a recursos de rede e oferecem maior controle ao ambiente de trabalho da empresa.

Com uma plataforma de gestão unificada, técnicos aplicam políticas de segurança com facilidade. Assim, empresas do mercado financeiro poderão direcionar mais recursos para o atendimento às demandas dos usuários.

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