Mesmo em um ambiente de baixo crescimento do crédito, três fatores ajudaram os quatro maiores bancos a registrar lucro maior no segundo trimestre. O Jornal Valor Econômico aponta o aumento dos spreads, a inadimplência mais baixa e o controle de custos como fatores que devem ter ajudado.

A média de sete projeções obtidas pelo Valor apresenta lucro líquido ajustado, sem considerar itens extraordinários, de R$ 11,9 bilhões, com alta de 11,9% ante o mesmo período de 2013 e de 0,4% em relação ao último trimestre.  A previsão do lucro líquido ajustado do Bradesco é de R$ 3,561

Analistas esperam um trimestre de baixa expansão do crédito e com linhas como a de pequenas e médias empresas e consignado crescendo menos que a média do mercado, enquanto a qualidade dos ativos tende a mostrar alguma deterioração.

Desde o início do ano, o spread vem mostrando uma recuperação. Em janeiro, o spread médio das operações de crédito era de 11,8 pontos percentuais, enquanto em junho o valor médio chegou a 12,7 pontos percentuais. Em maio, o spread alcançou o seu maior nível desde julho de 2013, 12,8 pontos percentuais, segundo o Banco Central.

Segundo analistas, a inadimplência apresenta um melhor cenário, chegando ao piso neste ano após a estratégia das instituições de investir em carteiras de menor risco.

 

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